Depois do título pelo Bangú em 2016, Cristiano Bassoli terá 2017 redobrado na Suburbana
O
escrete juvenil do Bangú conseguiu levantar o caneco no certame depois de uma
excelente campanha. Ao todo, a equipe comandada por Cristiano Bassoli perdeu
apenas três dos 20 jogos disputados. Números que se adaptaram aos jovens garotos do escrete do Bangú com o passar da temporada, além de acatarem muito bem as orientações do seu treinador. Em 2017, Bassoli não terá vida fácil, pois estará no comando do time a ser batido no certame e também no comando do escrete do Urano.
#ENTREVISTA
Por Rafael Buiar
O ano de 2016 foi muito diferente para
o escrete do Bangú com tão esperada conquista, já que na categoria adulta o
time caiu na fase semifinal. Mas por um outro lado, o treinador Crisitiano
Bassoli já acreditava em bom trabalho, desde o início do certame. "Nós
sempre esperamos encerrar o ano dá melhor forma. Com este grupo que representou
o Bangú eu já esperava uma boa campanha, pois são meninos que já estão jogando juntos mais
de dois anos. Por isso, os garotos foram tornando-os mais competitivos com o passar dos anos.
Acredito muito em mentes vencedoras e eles desenvolveram este lado",
acrescenta o comandante.
A conquista de 2016 deu início a
resultados negativos de desempenhos de anos anteriores. Por isso, o próprio
treinador motivou os seus atletas para supera-los nesta temporada. “Acompanho estes meninos durante 6 anos e
colocamos uma meta para eles, pois a dois anos atrás participaram de
três finais e perderam todas. Junto a isso, veio a frustração. Mas entendemos
que faz parte do processo de formação. Aproveitando isso, iniciamos este ano
com a meta de que teríamos três competições e que seríamos finalistas das três. Desde
então, fomos trabalhando a mente vencedora desses meninos e no final
conquistamos todos os títulos que disputamos em 2016 - Taça capital, Curitiba
Cup, com o nosso projeto CBSport, e por último a Suburbana", comenta.
Mas por pouco, a equipe comandada por Cristiano Bassoli do Bangú não vestiu a camisa do Urano, que em 2016 ficou afastada por problemas em alguns documentos. "Na verdade estávamos com a equipe montada para disputar pelo Urano, onde a CBSport está montada. Mas com o afastamento do Urano, o professor Marcos Carvalho do juvenil do Iguaçu me passou que o Bangú precisava de uma equipe Sub 17 e aí me apresentou ao Jeferson Silveira, treinador do Adulto do Bangú, e consecutivamente me apresentou o Ronaldo presidente, que logo depois fechamos a parceria. Eu fico feliz, pois foram pessoas que conheci de um caráter absurdo. Não deixaram nos faltar nada", salienta o treinador.
Mas por pouco, a equipe comandada por Cristiano Bassoli do Bangú não vestiu a camisa do Urano, que em 2016 ficou afastada por problemas em alguns documentos. "Na verdade estávamos com a equipe montada para disputar pelo Urano, onde a CBSport está montada. Mas com o afastamento do Urano, o professor Marcos Carvalho do juvenil do Iguaçu me passou que o Bangú precisava de uma equipe Sub 17 e aí me apresentou ao Jeferson Silveira, treinador do Adulto do Bangú, e consecutivamente me apresentou o Ronaldo presidente, que logo depois fechamos a parceria. Eu fico feliz, pois foram pessoas que conheci de um caráter absurdo. Não deixaram nos faltar nada", salienta o treinador.
Mesmo com um grupo entrosado, poucos
atletas disputaram a suburbana. Por isso, a adaptação ao certame não foi tarefa
fácil. Mas o treinador percebeu que o time estava encaixado e que alguns
detalhes para chegar aconteceram depois de uma derrota no início do certame. "Apenas
três ou quatro jogadores já tinham disputado a suburbana, por isso tivemos que
ir entendendo o que era jogar a Suburbana. O jogo divisor de águas foi contra o
Vila Sandra, pois estávamos vencendo e tomamos a virada em casa. Desde então,
entendemos o que era necessário para chegar até a final", explicou.
Passados os 14 embates da
primeira fase, o treinador Bassoli cumpriu o seu primeiro objetivo, chegar entre os oitos primeiros. Mas quem disse que ele teria vida mansa se
enganou, pois o treinador já tinha avisado de seus adversários a serem batidos na
sequência do certame ao seu presidente. "Tranquilidade nunca, mas tinha uma certeza que o
Bairro Alto seria um finalista, pois empatamos em 2x2 na primeira fase e o
Ronaldo presidente me perguntou quem era o time a ser batido. Respondi que
seria o Bairro alto, mesmo com grandes dificuldades com o Diamante e o Vasco,
nosso adversário nas Quartas, pois eles têm um excelente trabalho com o
Desportivo-PR", relatou.
Com o retorno do escrete do Urano à
Divisão de Acesso da Suburbana em 2017, Cristiano Bassoli esclarece que não
deixará o Bangú. "A parceria com o Bangú irá continuar com a CBSport e
comigo, pois serei o responsável por montar o elenco do juvenil do Bangú e também do Urano em 2017. O Urano já tem um acordo desde antes do Bangú e a diretoria está
ciente, já que foi conversado na minha chegada ao tricolor" comentou.
Por isso, o treinador deixa claro que as
gratidões pelas pessoas que estiveram em seu caminho em 2016 foram essenciais
para as conquistas. "Um ano de muito aprendizado, pois tive oportunidade de
conhecer pessoas do meio do futebol amador que realmente amam o que faz",
relata.
E com um grupo formado por Cristiano Bassoli, Ricardo Alburqueque, preparador de goleiros, Gustavo Góis e Adriano Dias, a CBSports da suporte a garotos para buscarem e realizarem os seus sonhos. Mas o treinador Bassoli relata que a sua experiência pessoal como jogador ajuda muito os garotos em seus caminhos. "Minha experiência no futebol é em grande parte como atleta de base em Grêmio, Internacional e Ponte Preta. O engraçado é que grande parte do que eles estão passando hoje eu passei, como o lado emocional, decisões que rumo a seguir e por ai vai. Com isso, eu vejo que podemos mostrar o caminho, mas a decisão é sempre pessoal", finaliza Cristiano.
E com um grupo formado por Cristiano Bassoli, Ricardo Alburqueque, preparador de goleiros, Gustavo Góis e Adriano Dias, a CBSports da suporte a garotos para buscarem e realizarem os seus sonhos. Mas o treinador Bassoli relata que a sua experiência pessoal como jogador ajuda muito os garotos em seus caminhos. "Minha experiência no futebol é em grande parte como atleta de base em Grêmio, Internacional e Ponte Preta. O engraçado é que grande parte do que eles estão passando hoje eu passei, como o lado emocional, decisões que rumo a seguir e por ai vai. Com isso, eu vejo que podemos mostrar o caminho, mas a decisão é sempre pessoal", finaliza Cristiano.
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